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	<title>Comentários sobre: Curiosidade nas crianças</title>
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		<title>Por: Vinicius</title>
		<link>http://pythonologia.org/2008/10/27/curiosidade-nas-criancas/comment-page-1/#comment-741</link>
		<dc:creator>Vinicius</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2009 08:08:10 +0000</pubDate>
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		<description>Sou vaidoso, atraído por coisas fúteis e sempre fui curioso. Acho que existe um grande problema com pessoas &quot;mais inteligentes&quot; ou &quot;curiosas&quot;, como preferir, têm a péssima mania de achar que seu estilo de vida é melhor, que todo mundo deve ser curioso e entender como tudo funciona. E então eu me pergunto, você já parou para ler e interpretar corretamente um livro de um bom autor, Guimarães Rosa, por exemplo, e para pensar como se desencadeia o processo criativo de um artista? Se não, por quê? Você acha que é mais importante implementar um belo programa e conhecer o algoritmo de Dijkstra, do que enteder de coisas relacionadas a arte etc? Por quê?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou vaidoso, atraído por coisas fúteis e sempre fui curioso. Acho que existe um grande problema com pessoas &#8220;mais inteligentes&#8221; ou &#8220;curiosas&#8221;, como preferir, têm a péssima mania de achar que seu estilo de vida é melhor, que todo mundo deve ser curioso e entender como tudo funciona. E então eu me pergunto, você já parou para ler e interpretar corretamente um livro de um bom autor, Guimarães Rosa, por exemplo, e para pensar como se desencadeia o processo criativo de um artista? Se não, por quê? Você acha que é mais importante implementar um belo programa e conhecer o algoritmo de Dijkstra, do que enteder de coisas relacionadas a arte etc? Por quê?</p>
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		<title>Por: lucasn</title>
		<link>http://pythonologia.org/2008/10/27/curiosidade-nas-criancas/comment-page-1/#comment-615</link>
		<dc:creator>lucasn</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 02:24:15 +0000</pubDate>
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		<description>Isso depende muito da pessoa. É simples. Tem pessoas que nasceram curiosas, e tem pessoas que não nasceram curiosas e nunca serão verdadeiramente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isso depende muito da pessoa. É simples. Tem pessoas que nasceram curiosas, e tem pessoas que não nasceram curiosas e nunca serão verdadeiramente.</p>
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		<title>Por: lucasn</title>
		<link>http://pythonologia.org/2008/10/27/curiosidade-nas-criancas/comment-page-1/#comment-614</link>
		<dc:creator>lucasn</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 02:23:55 +0000</pubDate>
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		<description>Isso depende muito da pessoa. É simples. Tem pessoas que nasceu curiosa, e tem pessoas que não nasceram curiosa e nunca serão verdadeiramente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isso depende muito da pessoa. É simples. Tem pessoas que nasceu curiosa, e tem pessoas que não nasceram curiosa e nunca serão verdadeiramente.</p>
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	<item>
		<title>Por: Cainã Costa</title>
		<link>http://pythonologia.org/2008/10/27/curiosidade-nas-criancas/comment-page-1/#comment-586</link>
		<dc:creator>Cainã Costa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 18:49:52 +0000</pubDate>
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		<description>Fatos com relação à isso que eu constatei por experiência própria:
- Ateus são mais curiosos, o contrário do que acontece com jovens religiosos.
- Curiosos normalmente não são &quot;aceitos&quot; na sociedade por entenderem como as coisas funcionam, e normalmente possuírem conhecimento e opiniões diferentes do resto da patota.
- Nerds e Geeks são curiosos.
- Desmontar coisas é extemamente divertido, e eu faço isso até hoje (tenho 18 anos).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fatos com relação à isso que eu constatei por experiência própria:<br />
- Ateus são mais curiosos, o contrário do que acontece com jovens religiosos.<br />
- Curiosos normalmente não são &#8220;aceitos&#8221; na sociedade por entenderem como as coisas funcionam, e normalmente possuírem conhecimento e opiniões diferentes do resto da patota.<br />
- Nerds e Geeks são curiosos.<br />
- Desmontar coisas é extemamente divertido, e eu faço isso até hoje (tenho 18 anos).</p>
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	<item>
		<title>Por: Valdir</title>
		<link>http://pythonologia.org/2008/10/27/curiosidade-nas-criancas/comment-page-1/#comment-574</link>
		<dc:creator>Valdir</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 11:40:46 +0000</pubDate>
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		<description>Acredito que toda criança é naturalmente curiosa e isso fica claro com crianças de idade até 1 ano. Claro que umas tem um &quot;potencial&quot; maior do que outras, são naturalmente mais ativas, mais inquietas, mas em geral nessa fase todas são curiosas. Com o tempo, o cenário e as pessoas ao redor dela isso tudo pode mudar. O que acontece hoje é que tudo é relativamente fácil demais, acessível demais. Tirando aquelas que tem uma natural aptidão ou gosto pela tecnologia, as demais amargam um cenário muito pouco estimulante. Eu mesmo, quando criança, nunca tive muitos recursos, praticamente eu tinha que criar meus próprios brinquedos ou customizar os que eu tinha, desmontava coisas velhas para tentar criar algo novo, mas pesa aí o fato da informação ser mais de difícil acesso e ao mesmo tempo a necessidade de ter e usar coisas que eu não tinha (falta de recursos ou mesmo a inexistência desse algo que desejava). 

Independente de ser &quot;rico&quot; ou &quot;pobre&quot;  a gente vive diante do excesso de informação de um lado, e a total falta de direcionamento/cultura de outro. Enquanto umas ficam paradas por ser fácil demais (sem graça) outras ficam paradas por simplesmente não saber o que fazer.

O que pode HOJE ajudar é expor a criança a situações em que ela tem que agir, tem que fazer algo por ela própria com a perspectiva de que o resultado vai ser &quot;legal&quot;. Colocar a criança em novos cenários (viagens, novas pessoas, contato com familiares distantes, desafios) ajuda muito.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que toda criança é naturalmente curiosa e isso fica claro com crianças de idade até 1 ano. Claro que umas tem um &#8220;potencial&#8221; maior do que outras, são naturalmente mais ativas, mais inquietas, mas em geral nessa fase todas são curiosas. Com o tempo, o cenário e as pessoas ao redor dela isso tudo pode mudar. O que acontece hoje é que tudo é relativamente fácil demais, acessível demais. Tirando aquelas que tem uma natural aptidão ou gosto pela tecnologia, as demais amargam um cenário muito pouco estimulante. Eu mesmo, quando criança, nunca tive muitos recursos, praticamente eu tinha que criar meus próprios brinquedos ou customizar os que eu tinha, desmontava coisas velhas para tentar criar algo novo, mas pesa aí o fato da informação ser mais de difícil acesso e ao mesmo tempo a necessidade de ter e usar coisas que eu não tinha (falta de recursos ou mesmo a inexistência desse algo que desejava). </p>
<p>Independente de ser &#8220;rico&#8221; ou &#8220;pobre&#8221;  a gente vive diante do excesso de informação de um lado, e a total falta de direcionamento/cultura de outro. Enquanto umas ficam paradas por ser fácil demais (sem graça) outras ficam paradas por simplesmente não saber o que fazer.</p>
<p>O que pode HOJE ajudar é expor a criança a situações em que ela tem que agir, tem que fazer algo por ela própria com a perspectiva de que o resultado vai ser &#8220;legal&#8221;. Colocar a criança em novos cenários (viagens, novas pessoas, contato com familiares distantes, desafios) ajuda muito.</p>
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	<item>
		<title>Por: Alan Kelon</title>
		<link>http://pythonologia.org/2008/10/27/curiosidade-nas-criancas/comment-page-1/#comment-568</link>
		<dc:creator>Alan Kelon</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Nov 2008 10:04:43 +0000</pubDate>
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		<description>Faz algum tempo que não tenho contato com crianças diariamente, mas posso dar meu depoimento sobre como fui criado.

Sempre fui estimulado a estudar por meus pais. Mainha sempre me ajudava nas taferas escolares e painho complementava. &quot;Você só vai pra rua brincar depois que terminar os exercícios&quot;, dizia mainha. Penso que a profissão de painho, Relojoeiro, também me instigava. Com 10 anos ele já me levava para a oficina para aprender a montar e desmontar relógios :-) 

Lembro-me também que ele fez um caminhão pequeno e cheio de detalhes em madeira para mim. Todos os dias, durante várias semanas, ele chegava do trabalho e ia na serraria, me levando junto com ele. Como era um presente para mim, não dizia o que estava fazendo, só me mostrava as partes e eu não parava se azucrinar o juízo dele perguntando o que era, pra que servia aquela roda, etc. Ele fez suspense outras muitas vezes e isto me fazia sempre questioná-lo. 

Penso que a música também foi muito importante para nós (minha irmã e eu). Ele comprou um teclado de brinquedo pra gente. Além de ser divertido, estimula a persistência para tirar uma música de ouvido, disciplina e coordenação motora para tocar as músicas. 

Por fim, convivi na infância com primos muito criativos, que gostavam de desenhar, desmontar, montar e inventar brincadeiras. Acho que a convivência com os primos foi também importante.

Abraços,
Alan</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Faz algum tempo que não tenho contato com crianças diariamente, mas posso dar meu depoimento sobre como fui criado.</p>
<p>Sempre fui estimulado a estudar por meus pais. Mainha sempre me ajudava nas taferas escolares e painho complementava. &#8220;Você só vai pra rua brincar depois que terminar os exercícios&#8221;, dizia mainha. Penso que a profissão de painho, Relojoeiro, também me instigava. Com 10 anos ele já me levava para a oficina para aprender a montar e desmontar relógios :-) </p>
<p>Lembro-me também que ele fez um caminhão pequeno e cheio de detalhes em madeira para mim. Todos os dias, durante várias semanas, ele chegava do trabalho e ia na serraria, me levando junto com ele. Como era um presente para mim, não dizia o que estava fazendo, só me mostrava as partes e eu não parava se azucrinar o juízo dele perguntando o que era, pra que servia aquela roda, etc. Ele fez suspense outras muitas vezes e isto me fazia sempre questioná-lo. </p>
<p>Penso que a música também foi muito importante para nós (minha irmã e eu). Ele comprou um teclado de brinquedo pra gente. Além de ser divertido, estimula a persistência para tirar uma música de ouvido, disciplina e coordenação motora para tocar as músicas. </p>
<p>Por fim, convivi na infância com primos muito criativos, que gostavam de desenhar, desmontar, montar e inventar brincadeiras. Acho que a convivência com os primos foi também importante.</p>
<p>Abraços,<br />
Alan</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: rbp</title>
		<link>http://pythonologia.org/2008/10/27/curiosidade-nas-criancas/comment-page-1/#comment-564</link>
		<dc:creator>rbp</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 13:53:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pythonologia.org/?p=230#comment-564</guid>
		<description>Eu também sempre fui muito curioso, e, seguindo o padrão que vocês também notaram, meus pais sempre me estimularam muito (minha mãe nas áreas mais &quot;humanas&quot;, como música e leitura, e meu pai fortemente nas ciências e trabalhos manuais, embora esta divisão seja injusta com os dois). Acho que faz toda a diferenca.

Tenho um sobrinho de pouco mais de um ano que parece estar indo pro bom caminho de se tornar um geek. Ele fica louco na frente de um computador. Estou fazendo um programinha simples de sons e cores em resposta ao teclado, pra colocar num notebook velho pra ele brincar. E ele também está inserido numa família que estimula a curiosidade (e aí incluo os avós, meus pais).

Um outro caso próximo é o da minha sobrinha (sobrinha da minha esposa, na verdade), que é muito inteligente, muito criativa, mas passa boa parte do tempo na frente da TV ou no MSN. É impressionante o contraste: se você deixa, ela fica lá. Não sai (agora o pai dela limitou os horários de Internet (bloqueou no roteador)). Mas, quando ela se propõe a algo, ou se interessa pelo assunto, pesquisa, desenvolve, explora os limites (ela toca violino muito bem, por exemplo). Ela tem 13 anos e, até os 11, lia e escrevia muito mal. Comecamos a estimular fortemente, dar livros, discutir. Agora ela lê bem, bastante, e por gosto. Ela mostra interesse em tecnologia, e agora quero ensiná-la a programar. Não que ela vá se tornar programadora, mas quero mostrar a outra faceta do computador: ele não só te mostra coisas, mas ele também *faz o que você manda*!

Aliás, um exemplo recente: coloquei um XO nas mãos do filho de um amigo, de ~10 anos (o filho, não o meu amigo). Ele imediatamente comecou a fucar e logo abriu o Logo e comecou a programar (ele aprende na escola, e o Logo do XO ainda eh de arrastar caixinhas). Este meu amigo é geek de carteirinha, e o filho cresceu cercado de tecnologia, livros, musica e tudo o mais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu também sempre fui muito curioso, e, seguindo o padrão que vocês também notaram, meus pais sempre me estimularam muito (minha mãe nas áreas mais &#8220;humanas&#8221;, como música e leitura, e meu pai fortemente nas ciências e trabalhos manuais, embora esta divisão seja injusta com os dois). Acho que faz toda a diferenca.</p>
<p>Tenho um sobrinho de pouco mais de um ano que parece estar indo pro bom caminho de se tornar um geek. Ele fica louco na frente de um computador. Estou fazendo um programinha simples de sons e cores em resposta ao teclado, pra colocar num notebook velho pra ele brincar. E ele também está inserido numa família que estimula a curiosidade (e aí incluo os avós, meus pais).</p>
<p>Um outro caso próximo é o da minha sobrinha (sobrinha da minha esposa, na verdade), que é muito inteligente, muito criativa, mas passa boa parte do tempo na frente da TV ou no MSN. É impressionante o contraste: se você deixa, ela fica lá. Não sai (agora o pai dela limitou os horários de Internet (bloqueou no roteador)). Mas, quando ela se propõe a algo, ou se interessa pelo assunto, pesquisa, desenvolve, explora os limites (ela toca violino muito bem, por exemplo). Ela tem 13 anos e, até os 11, lia e escrevia muito mal. Comecamos a estimular fortemente, dar livros, discutir. Agora ela lê bem, bastante, e por gosto. Ela mostra interesse em tecnologia, e agora quero ensiná-la a programar. Não que ela vá se tornar programadora, mas quero mostrar a outra faceta do computador: ele não só te mostra coisas, mas ele também *faz o que você manda*!</p>
<p>Aliás, um exemplo recente: coloquei um XO nas mãos do filho de um amigo, de ~10 anos (o filho, não o meu amigo). Ele imediatamente comecou a fucar e logo abriu o Logo e comecou a programar (ele aprende na escola, e o Logo do XO ainda eh de arrastar caixinhas). Este meu amigo é geek de carteirinha, e o filho cresceu cercado de tecnologia, livros, musica e tudo o mais.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Osvaldo Santana</title>
		<link>http://pythonologia.org/2008/10/27/curiosidade-nas-criancas/comment-page-1/#comment-563</link>
		<dc:creator>Osvaldo Santana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 12:53:38 +0000</pubDate>
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		<description>Taí Jerônimo,

Eu concordo contigo e tive um pai que sempre me estimulou.

O computador fez parte da minha &quot;infância curiosa&quot; mas devo admitir que era outra época. Era uma época onde só os curiosos tinham computador em casa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Taí Jerônimo,</p>
<p>Eu concordo contigo e tive um pai que sempre me estimulou.</p>
<p>O computador fez parte da minha &#8220;infância curiosa&#8221; mas devo admitir que era outra época. Era uma época onde só os curiosos tinham computador em casa.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Jeronimo</title>
		<link>http://pythonologia.org/2008/10/27/curiosidade-nas-criancas/comment-page-1/#comment-562</link>
		<dc:creator>Jeronimo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 10:42:07 +0000</pubDate>
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		<description>Oswaldo, na minha opinião e experiencia de vida acredito que as crianças são essencialmente seres curiosos, que querem aprender sobre tudo a volta deles e nós adultos com quem elas convivem, não as estimulamos adequadamente e vamos &quot;matando&quot; esta curiosidade com diversas ações inconscientes. Meus pais me estimularam  muito e de diversas formas com conversas , brincadeiras, kits de fisica, quimica e eletronica, visitas a museus e bibliotecas. Eu desmontava as coisas, quebrava , montava, entendia o funcionamento , modificava  do meu jeito, lia tudo que caia na minha mão.  Acredito que devido a nossa escolha pela rotina estressante de trabalho na area de TI e a nossa fome de conhecimento que nos leva a virar a madrugada ligado na Internet, não estamos transmitindo esse estimulo recebido adequadamente as nossas crianças. Na minha opinião elas não querem os iPods, subnotebooks, PSPs e DSs da vida, elas querem e precisam desde o inicio de sua vida, serem estimuladas a construir e brincar junto com seus pais com pipas , gaivotas de papel , carrinhos de madeira , casas de boneca, correr, chutar , conversar, modificar estorias da hora de dormir, imaginar . Meu filho mais novo está com 3 meses e meio e percebi o erro que estava começando a repetir, no dia em que estava no computador, com ele no colo e percebi que o menino estava absolutamente parado hipnotizado pela tela, sem fazer nenhum barulhinho. Parei com o que estava fazendo e fui conversar com ele na lingua dos bebes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oswaldo, na minha opinião e experiencia de vida acredito que as crianças são essencialmente seres curiosos, que querem aprender sobre tudo a volta deles e nós adultos com quem elas convivem, não as estimulamos adequadamente e vamos &#8220;matando&#8221; esta curiosidade com diversas ações inconscientes. Meus pais me estimularam  muito e de diversas formas com conversas , brincadeiras, kits de fisica, quimica e eletronica, visitas a museus e bibliotecas. Eu desmontava as coisas, quebrava , montava, entendia o funcionamento , modificava  do meu jeito, lia tudo que caia na minha mão.  Acredito que devido a nossa escolha pela rotina estressante de trabalho na area de TI e a nossa fome de conhecimento que nos leva a virar a madrugada ligado na Internet, não estamos transmitindo esse estimulo recebido adequadamente as nossas crianças. Na minha opinião elas não querem os iPods, subnotebooks, PSPs e DSs da vida, elas querem e precisam desde o inicio de sua vida, serem estimuladas a construir e brincar junto com seus pais com pipas , gaivotas de papel , carrinhos de madeira , casas de boneca, correr, chutar , conversar, modificar estorias da hora de dormir, imaginar . Meu filho mais novo está com 3 meses e meio e percebi o erro que estava começando a repetir, no dia em que estava no computador, com ele no colo e percebi que o menino estava absolutamente parado hipnotizado pela tela, sem fazer nenhum barulhinho. Parei com o que estava fazendo e fui conversar com ele na lingua dos bebes.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rafael</title>
		<link>http://pythonologia.org/2008/10/27/curiosidade-nas-criancas/comment-page-1/#comment-561</link>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 10:24:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pythonologia.org/?p=230#comment-561</guid>
		<description>Não sei se isso se aplica aos seus casos, mas na minha familia (4 tios/tias, cada um com 2 filhos/filhas), apenas 1 dos irmãos apresenta essa curiosidade, enquanto o outro simplesmente aceita as coisas.

Espero que o problema seja com a sua amostra :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se isso se aplica aos seus casos, mas na minha familia (4 tios/tias, cada um com 2 filhos/filhas), apenas 1 dos irmãos apresenta essa curiosidade, enquanto o outro simplesmente aceita as coisas.</p>
<p>Espero que o problema seja com a sua amostra :)</p>
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